Empreendedorismo,  Motivação

Trilhando um caminho de sucesso duradouro

Por Max Schaefer em 07.2021

Ser um executivo de sucesso é uma arte que deve ser cultivada dia a dia! Encontramos no decorrer de nossa carreira profissional muitos profissional que almejam grandes realizações e realmente são capazes de feitos extraordinários, desenvolvendo colaboradores e formando equipes de alto desempenho, alinhados com uma visão estratégica estruturada de longo prazo, entendendo que vitória e fracasso são fontes de aprendizado para novos feitos futuros.

E então: qual caminho trilhar para manter esse sucesso duradouro?

A primeira reflexão parte do ciclo de vida do próprio executivo na empresa, pois a energia empenhada em suas atividades instituem o que chamamos de agentes de mudança – pessoas capazes de realizar grandes transformações no ambiente em que está inserida, influenciado na cultura organizacional. Porém, ao mesmo tempo que nos tornamos super-heróis da transformação, sentimentos como inveja, poder, influencias negativas e resistências norteiam e fazem parte do cotidiano, logo administrar com sabedoria e manter a maturidade necessária para que as mudanças ocorram e tenham seus objetivos alcançados são pontos cruciais no caminho duradouro desse profissional e, como consequência, da empresa.

Há um vasto número de dissertações sobre como desenvolver pessoas para gerenciarem empresas e que essas pessoas são a base da pirâmide de gestão, além, obviamente, do foco no cliente. Um dos executivos que administraram com maestria essa equação foi Ed Whitacre, já aposentado como CEO da ATeT, foi convidado a voltar à ativa pelo presidente Barack Obama para ser a pessoa que transformaria a cenário da General Motors (GM) e reverteria uma das piores crises da história dessa companhia.

Josh kaufman em seu best seller “Manual do CEO”, diz que um executivo de primeira linha deve abranger todas as áreas da administração e entender conceitos que vão desde o risco de novar aberturas de unidades e negócios à importância de fazer ou não um plano de negócios para se colocar uma ideia em prática, recursos financeiros para viabilizar seus projetos, conhecer as pessoas certas para viabilizar seus projetos sem se esquecer da lei de ferro do mercado e as doze formas padrão de criação de valor e como aplicá-las no seu negócio.

Adicionalmente, temos o exemplo de Jack Welch – CEO na General Eletric (GE) – que provocou mudanças profundas no modo operante da companhia, possuindo um estilo único aliado a resultados fantásticos nas suas empresas, chegando a ser citado ao lado de grandes personalidades da administração moderna como Peter Drucker e Warren Buffet. Na GE foi galgando posições de liderança de forma constante, ganhando mais desafios na mesma medida que entregava resultados surpreendentes. Sempre direto e objetivo além de ter aversão à burocracia, alcançou grandes resultados administrando divisões como se fossem sua própria empesa.

Na leitura conclusiva da americana Sarah Lewis – autora do livro “O Poder do Fracasso” – o caminho do sucesso não é uma linha reta e cada erro que cometemos pode ser uma catapulta para a próxima ideia, assim como a conquista da excelência geralmente requer cair e levantar muitas vezes.

Essa união de ideais e conceitos formam a base de um executivo moderno de gestão, com visão ampla e disposto a doar-se em busca de resultados acima da média (dois dígitos) nas suas empresas.

Desafios de trilhar um caminho de sucesso:

A incerteza sempre fará parte do mundo dos negócios, mas vale a pena correr os riscos, porém isso não significa que não devem ser minimizados pela análise cuidadosa de fatores pós e contras, sendo que por mais que você se prepare, sempre haverá surpresas no meio do caminho. Afirma Josh kaufman.

Adiciona ainda ter a consciência que você não precisa saber de tudo é uma leitura fundamental para o sucesso duradouro, podemos inclusive aprender sobre qualquer tema, partindo de uma dedicação conceitual de relevância crítica, buscando soluções de forma descomplicada e apontando nossa atenção para progressão constante, aplicando modelos mentais ideais, e não ideais previamente formadas, de como alguma coisa pode funcionar no mundo real criando um sólido quadro de referência para basear-se em suas próprias decisões.

Já, para Jack Welch, desafio é uma palavra que o movia a fazer mais e melhor, tanto que lhe rendeu o apelido de “Neutron Jack”, pois não tinha medo de fazer o que era preciso para cumprir sua ESTRATÉGIA empresarial, mesmo que isso significasse fechar fábricas e ajustar posições nas empresas. Na década de 80, chegou a reestruturar a GE com o corte de mais de 200 mil posições, tendo como resultado o melhor desempenho financeiro e um valor de mercado muito maior.

Segundo Sarah Lewis, para atingir excelência estratégica, é essencial saber quando desistir e quando persistir. Ela traz o exemplo da narrativa de Samuel Morse, o qual sonhava em ser pintor e amava artes, porém ouviu todo tipo de crítica e não conseguiu ganhar dinheiro com suas obras. Especialista em fracassos, percebeu que precisava aceitar os erros e conseguiu retraçar a rota de sua vida para criação de algo único com a mesma intensidade que dedicava-se à pintura e deu certo: inventou o telégrafo.

Para Josh Kaufman, criar um produto, serviço, negócio ou estratégia deve-se observar a dura Lei de Ferro do Mercado: Se pergunte sempre: se o mercado em que está investindo realmente existe? Ignorar essa sentença é uma falha muito comum no mundo corporativo, pois, sem receita, dificilmente uma empresa se sustenta e será fadada ao fracasso, por melhor que a ideia seja, será um desperdício de tempo e energia criar algo que ninguém quer.

Já para Ed Whitacre, o grande desafio a trilhar em uma empresa é a gestão, para ele a gestão da GM foi a responsável pela quase falência da empresa. Percebeu que os executivos sêniors não sabiam descrever suas atividades e responsabilidades dentro da empresa, isso devido a uma falha no modelo matricial de gestão, levando a empresa a uma subordinação dupla, tripla e até quadrupla… O resultado: um problema sério de comunicação e autoridade, já que os colabores não assumiam as responsabilidades, porque não se sabia exatamente de quem era o problema, projeto ou atividade.

O chefe é o responsável pelo êxito de seus colaboradores, adiciona o CEO da GM, pois chefes ruins destroem a confiança das pessoas e sua produtividade no trabalho e, assim, ninguém é promovido ou tem sucesso, e, em consequência, afeta o resultado da empresa.

Lidar com a crítica é um desafio estratégico para o sucesso, como fez o coreógrafo Paul Taylor na narrativa de “O Poder do Fracasso”, pois uma de suas primeiras apresentações terminou com a plateia quase vazia e foi considerada pela crítica um fracasso total. Sarah Lewis defende que lidar com a lacuna entre a visão estratégica e a concretização de seu objetivo é um processo contínuo, sendo necessário blindar-se contra críticas que nos sufocam, mas por outro lado, aceitá-las e administrá-las também são habilidades que fomentam novas visões sobre nossas atividades, sendo salutar para o amadurecimento do ambiente estratégico.

Por fim, entender o fracasso é um dos grandes desafios do executivo atual, pois gostamos muito de ver histórias de sucesso e, muitas vezes, podemos agir de forma preconceituosa e ignorar os erros dos perdedores, mas, segundo Sarah Lewis, abraçar o fracasso pode ser a fonte de impulso para nos mover para frente e alcançar níveis muito altos de sucesso futuro.

Trilha da Estratégia de sucesso:

Jack Welch implementou na GE a estratégia de “SEM FRONTEIRAS”, o que facilitou a implantação de boas ideias nas unidades, fazendo com que uma boa prática tivesse a oportunidade de ser implementada no restante da empresa. No mundo corporativo, muitas ideias importantes ficam reservadas a pessoas e departamentos, e é papel do agente de mudança administrar com sabedoria essas informações incorporando-as à estratégia do negócio.

Ed Whitacre adotou uma estratégia interna de descrever clara e objetivamente o que era responsabilidade de cada gestor da General Motors (GM) e passou a cobrar produtividade de “todos” por suas atividades, alterando o antigo modelo matricial adotado pela empresa para um ambiente de produtividade e alto desempenho.

Uma das principais alterações estratégicas na GE foi a implementação de FOCO NO SERVIÇO em inúmeras divisões, como por exemplo a de reatores nucleares e turbinas de aviões, as quais Jack percebeu que lucro advinha quase que exclusivamente da venda de produtos, ajustando a estratégia para venda de serviços e, como resultado, potencializou resultados extraordinários para o negócio.

Entretanto, para Josh Kaufam, itens como pesquisa de mercado para aprendizado podem evitar desperdícios de tempo e dinheiro antes de soltar um produto ou serviço novo no mercado. Isso significa criar um mercado onde a necessidade seja real, e você seja a grande solução dessa possível demanda.

Uma forma de se preparar para o futuro Está na narrativa da história da Julie Moss, uma jovem que estava no último ano de faculdade e decidiu se inscrever no Triátlon de Ironman no Havaí cujo objetivo era coletar dados sobre si mesma durante os 220km do percurso para sua monografia, porém sua preparação foi de apenas 2 meses e por incrível que pareça esteve próxima da vitória até o último km, quando sentiu câimbras e começou a mancar e desabando de dor foi ultrapassada e os últimos metros se tornam os mais desafiantes de sua vida, ultrapassando a linha de chegada engatinhando, sem controle de funções e sujando as calças em rede nacional. Essa experiência mudou sua vida para sempre, pois aquele fracasso a fez assumir um compromisso consigo mesmo, o de completar o que fosse em sua vida, independente das circunstâncias. Segundo Sarah Lewis, “O impulso de chegar perto pode ajudar a nos superarmos e descobrirmos que temos limites inexplorados.”, independente das circunstâncias.

Ed Whitacre traz inovação com motivação de equipes no seu portfólio, em uma empresa que quase faliu. Falar de inovação é um desafio constante. Como ser criativo em ambiente desses? Pois bem, ele usou o desenvolvimento de equipes com a frase:

“Se você não fizer, não vamos conseguir. Você é fundamental para essa Organização; você é parte do potencial sucesso da GM”.

O resultado foi o lançamento do primeiro carro elétrico da GM e foi um estouro de vendas.

Uma lista de possibilidades para criação de padrão de valor estratégico nos seus projetos, conforme Josh Kaufman sugere, a saber:

  1. Produto: Crie algo tangível, com valor de venda maior que o custo de produção;
  2. Serviço: Cobre uma taxa para assistência técnica;
  3. Recurso Compartilhado: Crie um ativo utilizável por várias pessoas e cobre pelo acesso;
  4. Assinatura: Ofereça um benefício contínuo e cobre uma taxa recorrente;
  5. Revenda: Compre de um atacadista e revenda por um preço maior;
  6. Arrendamento: Adquira uma ativo e o alugue cobrando uma taxa;
  7. Agenciamento: Promova a venda de uma ativo ou agenciamento e cobre uma taxa por esse serviço;
  8. Agregação de audiência: Conquiste um público e venda propaganda;
  9. Empréstimo: Empreste dinheiro com taxa de juros pré-determinada
  10. Opção: Ofereça uma determinada ação por um período fixo e cobre uma taxa;
  11. Seguro: Assuma o risco pelo seu segurado, receba por isso;
  12. Capital: Compre participação de uma negócio em troca de uma parcela de lucros.

Tudo leva a pensar globalmente e agir localmente, essa foi uma marcas mais fortes do CEO da GE, pois, em busca de redução de custos e vantagens de produção, avaliou diferentes mercados fora da fronteira americana visando realocar serviços de baixo valor agregado, sem perder mão-de-obra qualificada, à exemplo dos serviços financeiros que foram transferidos para Índia, ganhando em escala e obtendo melhores resultados financeiros.

No ambiente interno, seja o efeito surpresa com sentimento de responsabilidade. Na GM, as notícias que o CEO poderia aparecer em qualquer lugar sem avisar se espalharam positivamente na empresa, podendo fazer perguntas difíceis de responder e, principalmente, por não gostar de receber “não” como resposta.

Na GE, também funcionou uma estratégia de Seis Sigma, criada pela Motorola, levando–a a todos os níveis da organização, sempre com foco em aumento de qualidade e ganho de eficiência. Hoje, o modelo de qualidade é amplamente conhecido no mercado corporativo, sendo seu grande desafio gerar efetivamente ganhos de produção e eficiência, pois, dependendo da abordagem, pode gerar excesso de burocratização. Isso ocorre quando a o objetivo estratégico é aprovar na auditoria, e não reduzir custos e aumentar produtividade.

Por fim, não deixar de preocupar-se com sucessão, escolher um sucessor à altura é uma tarefa que garante o cumprimento de um legado organizacional. No caso da GE, foram 6 anos de sucessão, mais de 180 candidatos e muito desenvolvimento de talentos para buscar candidatos promissores e a altura do cargo e do profissional.

Sem pessoas o sucesso não tem graça:

Grandes CEO´s são grandes administradores de pessoas, e com Jack Welch não foi diferente, sendo o desenvolvimento de pessoas seu tema de grande paixão, mas sempre como meritocracia. Ao seu comando, a GE implementou ciclos anuais de avaliação de desempenho, em que “todos” os colaboradores da empresa eram avaliados conforme indicadores de desempenho, sendo medido pelo seu resultado à empresa. Esse ponto era fundamental para a estratégia de crescimento da GE, tratando diferenciadamente os profissionais que mais se destacavam na empresa, seja por meio de aumento, prêmios e até pacotes de ações da companhia. Em contra partida, aos piores desempenho eram convidados a enfrentar novos desafios no mercado de trabalho, sendo Jack muito rígido nesse processo, logo, para gerir pessoas, não são somente sorrisos e ser permissivo em diversas situações, mas educativo, funcional e produtivo. Como exemplo, citamos abaixo uma frase constante em seu livro, o qual encontra um executivo “amigo” em uma festa de final de ano da empresa como mal desempenho e diz:

“- Gosto muito de você, mas você teve um ano péssimo na empresa. Mais um resultado como esse e eu te demito”.

Entretanto, para Ed Whitacre, os melhores chefes e gestores fazem do relacionamento com as pessoas uma arte, porque pessoas não são mercadorias – elas representam um tesouro, que deve ser zelado. Esse um sentimento de realização de algo único; de participação e propósito organizacional. Mesclar esses sentimentos com a empresa é uma das formas de potencializar seu time a voos extraordinários.

Completa Josh Kaufman, que a geração de receita de qualquer ideia, negócio ou projeto depende das pessoas, tanto as que comprem quanto a equipe que desenvolverá a venda, assim como de sua própria rede de relacionamentos e grupos que queiram o que você tem a oferecer, assim você poderá ter mais chances de alcançar o sucesso empresarial.

O reverso também é verdadeiro, pois automotivação é uma habilidade das pessoas muito necessária no ambiente corporativo. Nesse contexto, citamos a história de Bem Saunders para elucidar o tema. Bem Saunders foi a pessoa mais jovem a chegar ao Polo Norte sozinho e a pé. Nem sempre a automotivação vem de elogios, e, no caso de Bem, estava gravado no seu boletim de escola quando tinha 13 anos: “Bem não tem motivação suficiente para realizar qualquer coisa de mérito”. Muitas tentativas frustradas foram feitas para tornar possível essa proeza, mas todos os insucessos tornaram-se experiências. Na análise de Sarah Lewis: “depois da dor profunda de chegarmos perto e não conseguir, de toda espécie de fracassos, emergimos com força suficiente para abraçar, avançar e triunfar”.

Agora não desperdice tempo e energia se sentindo intimidado e se descontrolando, aprenda constantemente conceitos de autocontrole e autoconhecimento e exercite a capacidade de controlar suas emoções, isso pode te dar liberdade de parar de se preocupar e começar a progredir, observa Josh Kaufman.

Na GM, era comum nessa época o CEO designar tarefas de uma pessoa de marketing para um perfil operacional ou uma administrativa de posições simples e promover para sênior, essa experimentação fazia parte do seu modelo de desenvolvimento pessoal. Às vezes errava, mas, quando acertava, chegava a resultados surpreendentes, pois acreditava que o potencial das pessoas em realizar ultrapassava formalidades, e a mudança era sempre positiva porque faz acordar o sistema.

Então, ACORDE! Autoconhecer-se é um dos segredos de gestão de pessoas, pois saber como agir e suas limitações interferem e toda sua equipe. Nessa ideia, Sara Lewis conta um fato inusitado sobre Martin Luther King (ícone do movimento negro nos Estados Unidos), como resposta emocional a tudo o que enfrentava na vida, ele desenvolveu um tique: soluçava no meio do discurso e chegou a ser reprovado na escola em oratória, e, certa vez, percebeu-se que o tique havia desaparecido, e, ao ser indagado, Martin respondeu: “Depois que fiz as pazes com a morte, consegui fazer as pazes com o resto”. Logo, quando a pessoa se rende e reconhece suas limitações ao invés de afastá-la, você adquire uma capacidade de lidar com ela e contorná-la para seguir o seu caminho de sucesso.

Conclusão:

1 – Em 1999, e Jack Welch foi eleito pela Fortone como o “Executivo do Século”, pois conseguiu elevador o valor da empresa em mais de 500 bilhões dólares, com estratégias inovadores, um estilo forte e uma paixão obsessiva pelo desenvolvimento de talentos. CRIE VALOR PARA SUA EMPRESA SEMPRE.

2 – Ed Witacre tinha o hábito de visitar aleatoriamente, diversos departamentos e conversar com pessoas de diferentes níveis hierárquicos, dispensando qualquer formalidade. Isso se chama simplicidade, e ouvir o que as pessoas têm a lhe dizer, como líder, não estamos sozinho e, ao contrário do que se pense, há muitas pessoas que amam a empresa e querem contribuir com o sucesso do negócio. OUÇA MAIS E FALE MENOS.

3 – Pratique ser autodidata como Isaac Asimov (bioquímico citado por Josh Kaufman) “Acredito que o autodidatismo é o único tipo de educação que existe”. SEJA CURIOSO, APRENDA E TRANSFORME.

4 – Uma das contribuições valiosas de Sarah Lewis é a narrativa da história da bilionária fundadora da Spanx (roupas íntimas) e Sara Blakely, a qual construiu sua fortuna sem ajuda de heranças ou marido, mas com ensinamento paterno que lhe levava a corrigir falhas de seus objetivos desde jovem. Sempre com a pergunta: Em que você falhou hoje? Aprendendo a responder honestamente, você observa que as falhas não são os resultados finais, mas apenas tentativas descartadas para você continuar persistindo rumo ao seu objetivo traçado. SEJA HONESTO CONSIGO MESMO.

5 – Autotomia para tomada de decisão é outro fator relevante para o sucesso de Jack Welch na GE, agindo sempre como simplicidade e de forma muito direta e objetivo foi capaz de alcançar resultados extraordinários com gerenciamento de equipe e focado no desempenho e produtividade. AUTONOMIA COM RESPONSABILIDADE IGUAL A AUMENTO DE CONFIANÇA.

6 – Não tenha medo de errar, segundo André Geim, é melhor estar errado do que ser chato”. Por meio da descrição de seus inúmeros fracassos titulados de Experimentos de Sexta à Noite, em que, entre inúmeras maluquices que não dão em nada, aparecem algumas surpreendentes, a ponto de ser o único a ganhar duas vezes o prêmio Nobel. ERRAR FAZ PARTE DA TRILHA DE SUCESSO.

7 – Para o CEO da GM, Ed Whitacre, perseverar com gestão de longo prazo é o caminho do sucesso, sempre cuidando com cautela da saúde da empresa com foco em anos e não semestres. “O que é muito popular hoje, muito provavelmente não manterá a empresa avançando por 5 ou 10 anos”. FORÇE A VISÃO DE LONGO PRAZO.

8 – Mantenha relações com pessoas importante, mas o conhecimento é fundamental para você se beneficiar destas conexões, caso contrário, você será o conectado e acabará servindo a alguém. Josh Kaufman. RELACIONAMENTO INTERPESSOAL.

9 – Humildade das ações também marcaram a trajetória de Jack Welch na GE, pois apesar de ser eleito o executivo do século, nunca teve medo de dizer que sempre trabalhou com pessoas mais inteligentes do que ele e que suas conquistas eram frutos do trabalho dos times que gerenciou. CHEGAR SOZINHO NÃO TEM GRAÇA, A VITÓRIA É DE TODOS.

10 – Estude sempre, pois, para Joh Kaufaman, você deve apostar sempre na educação. A Educação vai te ajudar a aprender a ver o mundo de uma maneira nova e mais produtiva, tanto sob a perspectiva de pessoas como adquirir experiência e bagagens, essa são características de pessoas vencedoras! SOMOS O RESULTADO DE NOSSAS EXPERIÊNCIAS.

11 – Seja econômico sempre, pois, para Josh Kaufman, endividar-se e buscar capital, só se não tiver outro jeito, logo foque seus esforços em ser produtivo e na solidez de seu negócio. TODO EXECUTIVO DE SUCESSO TEM QUE SABER SOBRE FINANÇAS.

12 – Por fim, se pergunte sempre sobre a lei de ferro do mercado (Josh Kaufman): E se você der uma festa e ninguém aparecer? NÃO IGNORE O MERCADO, SÓ ELE PODE FAZER VOCÊ CRESCER E TER UM SUCESSO DURADOURO.

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